“Estas redes têm relação direta com processos políticos mais profundos ao trazer sinais de luta pela soberania alimentar, pela democracia e pela participação social; e também por questionar as formas tradicionais da ajuda humanitária. Os significados desses vínculos constituídos nessas bases podem contribuir na nossa luta antirracista, na luta por igualdade de direito das mulheres e múltiplos significados”, afirma Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase, integrante da Articulação Nacional de Agroecologia (ABA) e do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN).

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