Máximo Torero (Lima, Peru, 54 anos) é, desde janeiro de 2019, economista-chefe da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) das Nações Unidas. Trabalhou antes no Banco Mundial. E a maior pandemia em 100 anos não existia. Nem a videoconferência entraria em seu escritório romano (onde fica a sede do órgão). Embora as palavras cheguem, com fluidez, à memória e ao diálogo. “Como se reduz a desigualdade? Com infraestruturas”, defende. Mas, ao contrário, tudo aumenta com a crise sanitária: a desigualdade, os índices de pobreza, o risco de guerra pela água, a desnutrição, enquanto os países ricos açambarcam alimentos para seus celeiros de egoísmo.

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